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Nosso site recebeu vários e-mails após a última participação da cantora Loalwa Braz, ex-vocalista do grupo Kaoma, no programa Show da Gente, exibido na tarde de sábado (04/07) no SBT. Um dos quadros do programa, apresentado por Netinho de Paula, é justamente um concurso de lambada. Trata-se de uma comemoração especial aos vinte anos do ritmo que conquistou o mundo.

No último sábado, Loalwa disse que o ritmo zouk, de origem caribenha, não tem nada a ver com a dança batizada de zouk aqui no País. Segundo ela, o ritmo caribenho é dançado juntinho e não tem marcação de 1, 2,3. “Dançamos lambada e falamos que é zouk”, disse ela hoje pela manhã à equipe do site Planet Zouk. “Não entendo porque negamos as nossas origens. Quando alguém fala no ritmo zouk e diz que a origem é caribenha, ignora toda a história da lambada, que é um ritmo genuinamente brasileiro e mundialmente conhecido como tal.”

Perguntamos, então, se o problema estava relacionado exclusivamente ao nome ou se estendia ao modo de dançar. “O problema é só o nome, que desmerece um produto brasileiro para reforçar uma origem caribenha. Acho que todos os ritmos passam por uma evolução, como a gafieira, por exemplo, que se transformou e continua sendo chamada de gafieira. Já a lambada virou zouk e, na minha opinião, continua sendo lambada. Para o mundo inteiro, dançamos lambada (ou lambazouk), e não zouk”, disse ela.

O assunto é polêmico e gostaríamos de saber a sua opinião. Não há como negar que fora do País nossa forma de dançar é mesmo conhecida como lambada ou, no máximo, lambazouk. Por outro lado, são quase 20 anos falando em zouk no Brasil, o que também já é um termo consolidado. E vocês, internautas, o que acham? Deixem seu comentário clicando logo após o título do post.